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A PEDIDO DA ALERJ, PEZÃO VAI RECEBER SINDICATO DE PROFESSORES

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), e o líder do Governo na Casa, deputado Edson Albertassi (PMDB), reuniram-se, nesta terça-feira (14/04), com representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) e intermediaram um encontro entre o Sepe e o governador Luiz Fernando Pezão para o dia 28 de abril. Na reunião com Pezão, o retorno dos professores para as escolas de origem e a devolução de benefícios perdidos durante a última greve, em 2014, serão discutidos. “A pauta é extensa e vai de reajuste salarial a questões que ficaram pendentes no ano passado”, disse Albertassi.

Na última reunião entre o sindicato, a Comissão de Educação e a liderança do Governo, foram apresentados 89 casos de professores que perderam a lotação depois da greve. Segundo Picciani, 83 desses casos já foram solucionados e apenas seis estão pendentes.“Há muitas questões para serem discutidas entre o Sepe e o Governo que já estão na ordem do dia da Assembleia, que tem intermediado várias soluções com o Poder Executivo. Com certeza, podemos sair da reunião com o governador com um resultado positivo e os problemas resolvidos, como aconteceu no último encontro, em março”, afirmou Albertassi.

O líder do Governo também vai se reunir com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) para discutir uma proposta de aumento salarial para os animadores culturais. Em junho do ano passado, uma lei autorizativa que reajusta em 9% o salário da categoria foi aprovada na Alerj. “Vamos resolver o reajuste da animação cultural, que é uma pendência importante e antiga do Sepe, e avançar nisso. Com certeza, até o dia 15 de maio, teremos uma resposta para essas questões”, explicou Albertassi.

DENÚNCIAS — O presidente da Casa determinou que a Comissão de Educação da Alerj apure denúncias sobre a troca de diretores em colégios da Zona Oeste do Rio. “Nessa reunião, surgiu um fato novo, que é a mudança de direção em duas escolas da região. Uma delas é a Madre Tereza de Calcutá, em Realengo. Pais e alunos demonstraram que são contra a mudança. Os responsáveis alegaram que o diretor da unidade usou policiais militares armados com fuzil para constranger os alunos que, aliados ao grêmio estudantil, se recusavam a participar das aulas em função da mudança do diretor”, relatou Picciani.

Após os relatos, o presidente da Alerj pediu aos pais que enviassem à Comissão de Educação um relatório explicando o caso, incluindo fotos e vídeos. “Em seguida, Albertassi vai encaminhar esse material ao Pezão e eu, como presidente, tomarei as medidas necessárias caso o problema não seja resolvido”, informou. Além dele e do líder do Governo, estiveram na reunião com o sindicato na Sala da Presidência vários deputados, entre eles os integrantes da Comissão de Educação da Alerj e o primeiro secretário da Casa, deputado Geraldo Pudim (PR). (informações da Alerj)

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