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Sindicato dos Servidores
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O lado do sindicato é o do servidor!

Os últimos tempos foram marcados por um acirramento crescente da polarização política. O Brasil e o mundo estão sendo marcados por uma profunda divisão da opinião pública, fruto de um conjunto de processos históricos e mudanças sociais tão complexo que ainda está sendo investigado por cientistas políticos de vários países ao redor do globo.

Uma coisa é certa: as divergências ideológicas também chegaram à nossa categoria, e se confundiram com as discussões sobre preferências partidárias e personalidades políticas de tal forma que têm interferido até mesmo na mobilização por direitos. É aí que corre o perigo.

O Sindjustiça-RJ está e sempre esteve ao lado dos serventuários. Em seus 30 anos de história, o sindicato atravessou governos de vários partidos, diferentes conjunturas econômicas e diversos contextos sociais.

Nessas três décadas, tudo mudou muitas vezes — parlamentares, governadores, presidentes, e até mesmo as administrações do Tribunal — mas uma característica sempre permaneceu igual: o comprometimento do sindicato com a categoria. Não é diferente agora.

Sempre ao lado do servidor

Independentemente do partido ou do agrupamento político que está no poder, a função primordial do sindicato é sempre questionar, confrontar e lutar contra qualquer projeto que ameace os direitos dos serventuários.

Quando uma proposição ameaça as condições de trabalho e a política de valorização dos servidores, é dever do sindicato mobilizar a categoria para que o desmonte não seja efetivado.

Se a entidade convoca a categoria a se posicionar contra uma Reforma da Previdência que irá aumentar a alíquota previdenciária e obrigar serventuários a trabalhar por mais tempo, essa atitude não é um alinhamento no espectro político, mas um indicativo da coerência do sindicato com seu propósito original.

A mesma mobilização seria convocada se qualquer outro governo estivesse no poder neste momento e apresentasse um projeto tão prejudicial quanto este.

Da mesma forma, para que nossos direitos sejam preservados e ampliados, e nossa pauta de reivindicações integralmente conquistada, é essencial que cada servidor deixe de lado a visão pré-concebida de que as entidades sindicais estão do lado “de cá” ou “de lá” e atenda ao chamado para a luta com base nos interesses que unem a categoria e a transformam em uma força só.

Também é fundamental compreender que alguns temas abordados pelo sindicato, que parecem não ter ligação com a categoria, na verdade fazem parte de um projeto maior, criado com o objetivo de enfraquecer ou destruir os serviços públicos. Justamente por terem reflexos direitos ou indiretos sobre os serventuários é que eles também precisam ser enfrentados.

As nossas conquistas são do tamanho da nossa mobilização

Em uma categoria tão grande, composta por milhares de pessoas, é natural e saudável que existam opiniões divergentes. Entretanto é muito temeroso quando desacordos políticos e morais se tornem um obstáculo para o interesse coletivo.

Inclusive, é muito importante que todos tenham consciência de que, muitas vezes, a discórdia tem sido plantada no meio da sociedade – e mesmo dos serventuários – com o objetivo de causar essa divisão. Setores que desejam acabar com direitos ou possuem interesses políticos diversos sabem que a divisão enfraquece qualquer movimento que depende da união.

A realidade é que todos os serventuários estão sob as mesmas condições de desvalorização e de precarização. Mas todos têm os mesmos desejos: a reposição salarial, um plano de carreira que contemple as necessidades da categoria, o fim da sobrecarga de atividades, melhores condições de trabalho e garantia de um futuro melhor.

É por essas pautas que o Sindjustiça-RJ está lutando, e quando o servidor se afasta do sindicato por questões ideológicas ou morais, é essa luta coletiva que está enfraquecendo.

Assim como todos os serventuários, a diretoria do Sindjustiça-RJ também tem este mesmo objetivo: conquistar as reivindicações da categoria, e tem trabalhado muito duro para isso. Esse resultado, no entanto, só será possível com a presença de todos nas lutas, e reforçando o papel do sindicato.

As conquistas serão do tamanho da mobilização da categoria.

Fonte: Sindjustiça-RJ

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