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Sindjustiça-RJ constrói ações com Assemperj para derrubada do veto à reposição salarial de 5%

No dia 17 de julho, diretores do Sindjustiça-RJ se reuniram com o presidente da Associação dos Servidores do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Assemperj), Flávio Sueth Nunes. Os temas centrais do encontro foram o planejamento de ação para a derrubada do veto à reposição salarial de 5% e a criação da Comissão para Prevenção ao Assédio Moral no MPRJ.

Os serventuários foram representados pelo diretor-geral do sindicato Aurélio Lorenz; pelo diretor de assuntos jurídicos, José Carlos Arruda; e pelo diretor administrativo e financeiro Luiz Otávio da Silveira Ferreira.

Mobilização coletiva

As direções das duas entidades debateram estratégias para derrubar o veto do governador Luiz Fernando Pezão ao reajuste de 5% para os servidores estaduais do Judiciário, da Defensoria Pública e do MPRJ. A mobilização será retomada a partir do dia 1º de agosto, quando a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) retorna do recesso de um mês.

De acordo com Aurélio, as entidades já têm um plano de ação para as negociações com os deputados. “Já sabíamos que o veto poderia acontecer e estávamos preparados. A conversa com a Assemperj foi importante para alinharmos expectativas e ações. A mobilização de todas as categorias atingidas será fundamental para conquistarmos a derrubada do veto”, afirmou.

Comissão de Prevenção ao Assédio Moral

A Comissão para Prevenção ao Assédio Moral no Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) também foi tema do encontro. Sua criação foi oficializada pela Resolução 2.229, publicada em Diário Oficial no dia 16 de julho.  O grupo será responsável por propor políticas de ação e combate ao assédio moral no órgão, além de monitorar potenciais situações de risco e buscar soluções.

As atribuições da Comissão envolvem a fiscalização de qualquer tipo de assédio moral, incluindo agressões mais subjetivas, como o remanejamento de servidores especializados para funções fora de sua alçada, estabelecer prazos inviáveis e divulgar rumores ou boatos no ambiente de trabalho.

Para Flávio Sueth, esse exemplo deve ser seguido por outros órgãos da administração pública. “Esperamos que o avanço conquistado pela Assemperj no MPRJ, com a criação da Comissão de Prevenção ao Assédio Moral, possa ser replicado no TJRJ, pois é um tema de grande relevância para servidores e administração em busca de um ambiente de trabalho mais saudável”, afirma.

Fonte: Sindjustiça-RJ

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