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Sindjustiça-RJ e outras entidades se reúnem com a PGE-RJ para discutir reposição salarial

Na tarde de terça-feira (21), o Sindjustiça-RJ esteve na sede da Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ) para uma reunião com o subprocurador-geral, Reinaldo Silveira, para discutir o pagamento da reposição salarial da categoria.

O encontro abordou tanto o percentual de 5% – que tramita no STF – quanto o restante das perdas acumuladas, que já beiram os 28%.

Além do Sindjustiça-RJ, participaram a Associação dos Servidores do Ministério Público do Rio de Janeiro (Assemperj), Associação dos Servidores da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (ASDPERJ), e a Associação dos Servidores da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (Asproerj).

A dinâmica foi fruto de uma nova estratégia de luta adotada pelo sindicato, que consiste na união entre representantes de servidores de diversas carreiras jurídicas do estado para construir um enfrentamento único e coletivo à precarização do Judiciário fluminense.

De acordo com o diretor-geral do Sindjustiça-RJ Aurélio Lorenz, a presença de várias entidades abriu novos horizontes para a luta. “Saímos com novas estratégias para articular a conquista da nossa reposição salarial justamente porque quando nos associamos com outros servidores, ficamos mais fortes e ganhamos ainda mais poder de negociação junto aos órgãos competentes. É um novo momento para nossa mobilização”, explicou.

Encaminhamentos

Durante a reunião, ficou claro que o projeto para pagamento das reposições não irá evoluir se não houver pressão de todas as categorias que sofrem com perdas salariais acumuladas.

Portanto, não haverá caminho fácil: a mobilização e a participação de todos os serventuários serão as únicas formas de garantir que os direitos da categoria sejam respeitados.

Hoje, a principal dificuldade para que a reposição seja concedida passa pelo Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal do estado, que não está disposto a flexibilizar o orçamento.

 “Essa reunião resultou em novas estratégias que já estão traçadas, e nas quais vamos começar a trabalhar nos próximos meses para conquistar a nossa tão esperada reposição. Teremos que trabalhar duro para conquistar o reajuste, e vamos precisar do apoio de toda a categoria nos próximos atos que o sindicato irá convocar daqui em diante”, salientou Aurélio.

Fonte: Sindjustiça-RJ

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