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Sindjustiça-RJ participa de Festival de Comunicação Sindical e Popular

Na última terça-feira (24), a Cinelândia, no centro da capital, foi tomada por debates sobre uma comunicação democrática, inclusiva, contra-hegemônica, política e acessível. O 2º Festival de Comunicação Sindical e Popular foi organizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) e construído em parceria com várias entidades.

O Sindjustiça-RJ e a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) participaram da atividade conscientizando a população sobre os desmontes no judiciário fluminense.

Quem passou por lá recebeu livretos explicativos e camisetas da atual campanha do sindicato, Diga não à precarização do trabalho. O público também ganhou revistas e cartilhas sobre a Reforma da Previdência e outras questões sociopolíticas.

A diretora de organização político-sindical do Sindjustiça-RJ, Ana Paula do Couto Alves, ficou no comando do espaço destinado ao sindicato ao lado de outros diretores. Segundo ela, o festival foi uma oportunidade única de conversar com a população sobre o que realmente está acontecendo no Poder Judiciário hoje, e qual será o impacto dessas mudanças na vida das pessoas.

“Foi um momento de diálogo, união e ação. Além de unirmos forças com a Fenajud nessa empreitada e compartilharmos nossa campanha com a população, pudemos esclarecer dúvidas sobre várias questões que estão em andamento no Brasil. A troca foi muito enriquecedora porque nosso sindicato também tem um papel a cumprir na sociedade”, explica Ana Paula.

Evento

O Festival foi realizado a céu aberto e totalmente gratuito. Sindicatos, coletivos, movimentos sociais, associações de moradores e veículos de imprensa independentes participaram da programação. O evento propôs um debate sobre a importância da descentralização da comunicação e cultura, que não podem mais ficar concentradas apenas nas mãos de quem já tem o poder político e econômico.

Além das barracas e da distribuição de material informativo de várias instituições, também houve rodas de conversa e apresentações de teatro, dança e música.

Fonte: Sindjustiça-RJ

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