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ATO EM SÃO PAULO CONTRA O ASSÉDIO MORAL REUNIRÁ SERVIDORES NESTA TERÇA

Os servidores do Judiciário Federal em São Paulo realizam nesta terça-feira (9), um ato público contra o assédio moral. A manifestação será às 14h em frente ao Fórum de Execuções Fiscais da Justiça Federal (rua João Guimarães Rosa, 215, centro de SP).

O Sintrajud tem recebido denúncias de assédio moral na Justiça Federal de São Paulo, Santos, São Bernardo e Presidente Prudente; e na Justiça Trabalhista de São Paulo. Como elas ocorrem em momentos de mobilização da categoria fica evidente que a intenção é impedir a participação dos servidores.

Além de afetar a saúde emocional do indivíduo, humilhações e ofensas atentam contra a legislação: “A tentativa de impedir a participação de qualquer servidor na greve configura infração à lei de greve”, explica o advogado do Sintrajud César Lignelli.

O Sintrajud está reunindo informações sobre práticas antissindicais e de assédio moral para adotar as medidas cabíveis. Além do departamento jurídico, o sindicato conta com a assessoria de um psicólogo para o acolhimento de vítimas de condutas violentas. Caso você presencie situações de assédio ou seja vítima de condutas vexatórias, denuncie!

COMO OCORRE O ASSÉDIO — Há várias formas de assédio moral, que vão desde agressões verbais e ofensas até ameaças, veladas ou explícitas, de perda de direitos ou de oportunidades de progressão na carreira.

“Fragilizar, ridicularizar, menosprezar, constranger, desmoralizar ou inferiorizar em frente aos colegas”, também representam assédio, entre muitas outras formas, segundo a cartilha sobre assédio moral que o Sintrajud lançou no ano passado.

Entre as denúncias recentes, o Sindicato tem recebido informações sobre servidores que são proibidos de usar o celular e até de olhar para o colega que trabalha ao lado. Também há relatos de sobrecarga de trabalho a que são submetidos alguns servidores após participar da greve ou de paralisações.

Em outros casos, os servidores são colocados para trabalhar em espaços exíguos, com o acúmulo de varas em um mesmo prédio, por exemplo. Isso ocorre quando o assédio moral se soma à falta de condições estruturais de muitos prédios do Judiciário Federal. (informações do Sintrajud-SP)

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