Filiado à FENAJUD, DIEESE e DIAP
Sindicato dos Servidores
do Poder Judiciário do Rio de Janeiro
Notícias Sindicais

Fenajud e Sindjustiça-RJ: parceria na luta pelos serventuários fluminenses

O Sindjustiça-RJ é filiado à Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud). O vínculo entre as entidades é fundamental para articular pautas e fortalecer a luta dos serventuários do estado e, ao mesmo tempo, reforçar as lutas conjuntas em todo o país.

As federações sindicais são organizações que reúnem vários sindicatos de diversas localidades que representam categorias com atribuições parecidas. Isso acontece com o objetivo de ampliar o alcance da luta de um determinado grupo de trabalhadores, garantindo que haja uma representação unificada de um segmento em uma ampla base territorial.

Nesse sentido, a Fenajud tem sido uma importante parceira na construção da frente de luta e resistência da categoria. Historicamente, a Federação tem apoiado o Sindjustiça-RJ em momentos cruciais para os servidores fluminenses, como durante a mobilização pela reposição salarial de 5%, quando defendeu amplamente a legalidade do percentual que, na época, tinha acabado de ser aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A nota veiculada pela entidade pode ser lida na íntegra neste link.

A Fenajud também amplificou as principais ações do Sindjustiça-RJ pelos direitos da categoria, divulgando toda a luta do sindicato para reverter o veto que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, impôs à lei de reposição e agora, atua para reforçar, em outras esferas, a validade da reposição.

De acordo com o diretor-geral do Sindjustiça-RJ, Aurélio Lorenz, todo o suporte que a Federação dá às reivindicações dos serventuários do estado é importante porque projeta as ações de enfrentamento e luta para todo o país.

“É uma forma de criar um elo entre as lutas de servidores dos Judiciários estaduais em vários lugares. Isso é importante porque, muitas vezes, os problemas enfrentados são os mesmos, especialmente porque o cenário de precarização é generalizado. É uma maneira de reforçar a unidade, e fortalece ainda mais a resistência aos desmontes no funcionalismo público”, explica Aurélio.

Fonte: Sindjustiça-RJ

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