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SERVIDORES FEDERAIS PREPARAM REAÇÃO A AJUSTES DO GOVERNO

A reação conjunta a possíveis novos ataques aos serviços públicos com os “ajustes” fiscais e cortes no orçamento sinalizados pelo governo reeleito da presidente Dilma Rousseff (PT) será debatido no seminário que o funcionalismo público federal realiza de sexta-feira (14/11) a domingo (16), em Brasília.

O encontro busca organizar a campanha salarial de 2015. Haverá mesa de debate sobre a situação conjuntural do país após as eleições, analise da condição salarial dos servidores com participação do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e avaliação da necessidade e perspectivas de mobilização da categoria.

O seminário é organizado pelo Fórum Nacional das Entidades Sindicais dos Servidores Públicos Federais, o mesmo que organizou a greve unificada de 2012, quando o governo acabou concedendo reajuste de 15% parcelado em três anos — para os servidores do Judiciário FederaL e do MPU, único reajuste salarial desde junho de 2006. O mote central da atividade é “Unificar o funcionalismo federal em defesa dos serviços públicos. Contra as privatizações, terceirizações e precarização”.

A expectativa dos organizadores é de que cerca de 350 representantes sindicais da categoria participem, dos variados segmentos do funcionalismo. O evento será realizado no Bay Park Hotel. “Este Seminário é fundamental para fazer uma avaliação da conjuntura a partir da definição do quarto mandato do PT e os desafios do funcionalismo diante da manutenção da política de arrocho salarial e de projetos que continuam na próxima legislatura e que nos atacam”, observou Saulo Arcangeli, da direção da Fenajufe e da coordenação da CSP-Conlutas.

Ele ressalta ainda a importância de combater projetos que estão no Congresso e que ameaçam o setor, como o que congela salários e inviabiliza obras públicas e o que abre as portas para demissões de servidores por avaliação de desempenho. Trabalhadores do Judiciário Federal e do MPU, que lutam pela reposição das perdas salariais acumuladas há oito anos, vão participar. (informações do Sintrajud-SP)

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