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STF mantém prisão de Picciani e Melo

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (30) o pedido de habeas corpus das defesas do presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB), e do deputado estadual Paulo Melo (PMDB). O pedido ainda de liberdade ainda será analisado pela Segunda Turma do Supremo.
Picciani e Paulo Melo foram presos no último dia 16, na Operação Cadeia Velha. Na ocasião, a Polícia Federal também prendeu o deputado Edson Albertassi (PMDB).
Presidente licenciado da Alerj foi preso preventivamente no último dia 16
As liberdades de Picciani e Melo já haviam sido negadas na última terça-feira (28) pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ao negar a liminar, Fischer entendeu não haver urgência para a libertação dos dois, presos preventivamente. Os habeas corpus de ambos devem agora ser enviados para manifestação do Ministério Público Federal (MPF), para serem julgados em seguida pela Quinta Turma do STJ, possivelmente em dezembro.
Picciani, Paulo Melo e Albertassi foram presos preventivamente no último dia 16, sob a suspeita de terem recebido propinas de empresas de ônibus e de lavar o dinheiro. No dia seguinte, a Alerj reverteu a decisão judicial e votou a favor da soltura dos três.
Após a votação da Alerj, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) entendeu, no último dia 21, que a Casa Legislativa não teria o poder de decidir pela soltura e determinou o retorno dos três à prisão, bem como o bloqueio de R$ 270 milhões, em dinheiro e bens, equivalentes ao que teriam recebido para favorecer as empresas em contratos públicos.
Os três parlamentares, que entraram com pedido de licença até fevereiro, recorreram então ao STJ, cujo relator negou nesta terça-feira (28) a liminar pela soltura. Até a publicação da reportagem, a Agência Brasil não havia conseguido contato com a defesa dos suspeitos.

FONTE: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/11/30/stf-mantem-prisao-de-picciani-e-melo/

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