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Dirigentes do Sindjustiça-RJ participam do 2º Encontro de Mulheres do Judiciário Paranaense

Unir forças, essa é a ideia. Principalmente após as discussões do 2º Encontro de Mulheres do Judiciário Paranaense. Evento foi realizado pelo Sindijus-PR em Curitiba e reuniu mulheres de diversas partes do Brasil. Na oportunidade, as participantes puderam compartilhar experiências e refletir sobre os desafios impostos pela sociedade em relação a igualdade de gênero.

Temas como assédio moral e sexual no ambiente de trabalho e a qualidade de vida da mulher reforçaram a necessidade de empoderamento feminino, assim como da união para conseguirem ocupar cada vez mais espaços.

Para a diretora de aposentados e pensionistas do Sindjustiça-RJ, Suzana Barbosa de Souza, a conjuntura atual necessita de espaços de debates como esse, que possibilitam a troca de experiências: “O encontro serviu para adquirir conhecimento e união de forças para seguir nossa caminhada profissional, apesar de tantas interferências negativas. Precisamos ficar sempre juntas e nunca nos calarmos”.

Para a diretoria de organização político-sindical do Sindjustiça-RJ, Ana Paula do Couto Alves, o encontro reforçou a ideia de que as mulheres devem ser protagonistas de suas próprias lutas, e das lutas gerais também. “Nós, mulheres, somos fortes e podemos levar adiante todas as nossas lutas por direitos”, afirmou.

Alguns temas emocionaram as participantes e reforçaram a ideia de que há grandes desafios pela frente, principalmente em relação às mulheres negras.

“Tive a surpresa de ver a homenagem à Laudelina de Campos Mello, por fazer parte da história de minha família. Mulheres negras, em suas trajetórias, uma hora ou outra encontram pontos em comum, pois o preconceito continua presente”, revelou Mariângela Monteiro, serventuária aposentada.

Para a serventuária aposentada Ivone Oliveira, que também fez parte da delegação do Sindjustiça-RJ no evento, as mulheres precisam se unir para avançar na luta por direitos. “Foi um momento ímpar de integração, reflexão e congraçamento com mulheres de diversos locais do país. É muito importante essa troca de conhecimentos, objetivando compartilhar direitos e visando o interesse de quem irá exercê-los”.

 

 

 

Fonte: Sindjustiça-RJ

 

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