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GARIS DIZEM QUE GREVE ESTÁ MANTIDA ATÉ SEREM RECEBIDOS NA PREFEITURA

Cerca de 400 garis seguem, na tarde desta quinta-feira, para a Prefeitura do Rio, após se reunirem em frente à sede da Comlurb, na Tijuca, no início da manhã. Segundo um dos líderes do movimento, Célio Viana, de 48 anos, a greve da categoria não será encerrada enquanto eles não forem recebidos pela direção da empresa ou por representantes da prefeitura, para negociar. Não houve, porém, votação nesta manhã, dos grevistas, sobre os rumos da paralisação.

A greve começou no último sábado (1º/3), sem o apoio do Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Município do Rio, entidade que representa a categoria na cidade. Na quarta-feira, o prefeito Eduardo Paes anunciou que anistiaria os cerca de 300 demitidos, caso eles voltassem ao trabalho nesta quinta-feira. A prefeitura também providenciou escolta armada para os caminhões da Comlurb fazerem a coleta de lixo pela cidade, sem o risco de interferência dos grevistas.

De acordo com os líderes movimento, a categoria quer vencimentos de R$ 1.680, já incluído o adicional de 40% por insalubridade, em vez dos R$ 1.224,70 acordados pelo sindicato com a Comlurb. Os grevistas também pedem auxílio-alimentação diário de R$ 20, em vez de R$ 16, participação nos lucros, melhores condições de trabalho e transparência no plano de cargos e salários.

A greve foi considerada ilegal pela Justiça. Na quarta-feira, um oficial de Justiça percorreu as gerências da Comlurb para garantir que os garis que fossem trabalhar não sofressem intimidação dos grevistas. A medida foi determinada pelo desembargador federal José da Fonseca Martins Junior, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 1ª Região. (informações do Extra)

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