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GOVERNO AFIRMA QUE VAI CORTAR O PONTO DE 11 MIL SERVIDORES EM GREVE

Não teve choro nem vela. O governo cortou, este mês, o ponto de 11.495 de servidores, de acordo com o Ministério do Planejamento. Os contracheques foram processados ontem e já não podem mais ser refeitos. Os trabalhadores das universidades, entre técnicos e professores, não estão incluídos nessa conta, já que têm autonomia. A presidente Dilma Rousseff está convicta de que agiu corretamente ao punir os grevistas, que vêm dificultando a prestação de serviços essenciais à população.

O Palácio do Planalto acredita que a Justiça manterá a decisão, caso questionada pelos sindicatos. Além disso, a menos de 10 dias do prazo final para fechar o Orçamento de 2013, o Executivo, mais uma vez, suspendeu as negociações com as lideranças sindicais. O argumento é a necessidade de que o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça — principal negociador do governo —, converse sobre os pleitos com a ministra da pasta, Miriam Belchior. Segundo um técnico do órgão, a pauta do encontro entre os dois ontem, que durou cerca de uma hora, foi a possibilidade de atender da melhor maneira possível as reivindicações das categorias.

No último dia 16, o governo ofereceu a todos os funcionários civis do Executivo reajuste de 15,8%, divididos em três anos. As categorias, entretanto, não se deram por satisfeitas e pedem aumento de, pelo menos, 22%. Segundo a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que representa cerca de 80% dos servidores, desde março, quando começou a campanha salarial de 2012, já foram feitas mais de 180 reuniões entre o governo e sindicatos. Apenas a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), no entanto, aceitou a proposta do Palácio do Planalto.

Na tarde da segunda-feira (20/8), mais uma categoria rejeitou a proposta do Executivo. Os servidores do Hospital das Forças Armadas (HFA), em greve há 53 dias, afirmaram que a oferta é absurda e está aquém do que esperavam receber. “Nossa reinvindicação é de cerca de 30% de reajuste”, afirmou o representante do HFA no Sindicato dos Servidores Públicos Federais (Sindsep), Humberto Oliveira. (informações do Correio Braziliense)

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