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SAMU ESTÁ SEM SALÁRIOS EM VOLTA REDONDA E MAIS 11 MUNICÍPIOS DO SUL

Sem receber os salários desde outubro último, os trabalhadores do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de 12 municípios da região Sul Fluminense começam a se organizar para transformar a insatisfação em ações organizadas da categoria na defesa de seus direitos.

No início de dezembro, representante da Comissão do Samu no Sindsprev-RJ esteve em Resende, onde foi realizada uma reunião com os trabalhadores para debater o problema. Na semana que vem, uma carta à população será distribuída pelo sindicato denunciando a situação. Audiências com a Cruz Vermelha e com o Cismepa (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paraíba) serão solicitadas pelo sindicato. Um ofício relatando o caso e solicitando providências será encaminhado à Delegacia Regional do Trabalho.

O pagamento dos trabalhadores do Samu é realizado por meio da transferência de recursos pelo consórcio, que reúne 12 municípios da região, para a Cruz Vermelha, responsável pela contratação destes profissionais. “A categoria está sem receber um centavo e o Sindsprev irá lutar pelos direitos destes trabalhadores”, observa Leandro Vabo, coordenador da Comissão do Samu no sindicato, que esteve em Resende e pretende voltar à região nos próximos dias.

Estão sem salários os trabalhadores de Volta Redonda, Barra do Piraí, Barra Mansa, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Itatiaia. O Cismepa é presidido pelo prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto, que até agora não teria se pronunciado sobre o que está ocorrendo.

Segundo o jornal Diário do Vale, o consórcio informou que não recebeu a parcela federal que seria paga em novembro por conta de um erro na portaria do Ministério da Saúde que tratava do assunto, o que teria resultado em um atraso de 30 dias. A justificativa, porém, não explica o não pagamento dos salários de outubro.

Os recursos são repassados pelo governo do Estado e pelo Ministério da Saúde para o consórcio, que os reencaminha para a Cruz Vermelha, que também não deu explicações aos trabalhadores sobre o que está acontecendo e nem apontam perspectivas de pagamento. “Eles dizem que não podem fazer nada e não tem nenhuma previsão”, relatou um funcionário do Samu. (com informações do Sindsprev-RJ)

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