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Se o pacote dos estados não for aprovado, a única saída para o RJ será a intervenção federal, diz Picciani

Em entrevista ao CBN Rio, o presidente da Assembleia Legislativa do RJ, deputado Jorge Picciani, afirmou que se o texto não passar em 15 ou 20 dias no máximo, o presidente Temer terá de fazer uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro. Picciani disse ainda que é contra o impeachment do governador, já que, segundo ele, um substituto de Pezão encontraria a mesma situação de crise. Picciani alega ainda que caso o pacote não seja aprovado, o custo para a União será muito maior, porque o RJ perderia o controle da área de segurança.
Jorge Picciani conversou com Fernando Molica, no CBN Rio, sobre a crise financeira do estado do Rio de Janeiro. Segundo o presidente da Alerj, ‘os estados do Sul e do Sudeste têm uma dívida muito maior do que os estados do restante do país, e, por isso, os governadores dos outros estados não querem aceitar os ajustes, o que é correto. Com isso, demora um pouco a aprovação’.
Ainda assim, Picciani estima que após a Semana Santa o projeto de ajuda aos estados seja aprovado no Senado.
Perguntado se o governo Pezão tem capacidade política para aprovar o pacote, o deputado respondeu que a Alerj já aprovou cinco das 11 medidas do pacote. De acordo com ele, as questões mais delicadas que ainda não foram aprovadas são a Previdência e a suspensão de novos concursos para servidores do estado.
Picciani emendou: ‘caso o pacote não seja aprovado, o custo para a União será muito maior, porque podemos perder o controle da área de segurança. Se o pacote de medidas para os estados não for aprovado, a única saída para o RJ será uma intervenção federal’.
Quando questionado se participava de alguma articulação para tirar Pezão do governo estadual, Picciani foi assertivo: ‘não sou a favor do impeachment porque qualquer um que assuma vai encontrar a mesma situação que Pezão está encontrando atualmente’.
Em meio à crise, o secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa, culpou a Alerj pela crise do estado. O representante da pasta disse que a situação não chegaria a esse ponto de calamidade se a Casa tivesse aprovado o pacote de medidas proposto pelo governo. Sobre este assunto, Picciani negou que a declaração represente um rompimento com o governo Pezão: ‘o secretário Gustavo Barbosa é um dos melhores servidores que prestam serviço ao estado do Rio de Janeiro, mas é preciso colocar as coisas corretamente. Eu quis demonstrar a fala dele inadequada sobre o Poder Legislativo relacionada ao governo Pezão. Não se pode faltar com a verdade ao falar fora do contexto correto’.

FONTE: http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-rio/2017/04/07/SE-O-PACOTE-DOS-ESTADOS-NAO-FOR-APROVADO-A-UNICA-SAIDA-PARA-O-RJ-SERA-A-INTERVENCA.htm

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